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Como ter um IceWarp server secundário (hot ou cold spare) visando redundância ou fácil recuperação?

O cenário mais comum é ter o IceWarp Server instalado em outra máquina da sua rede, com a pasta mail sincronizada constantemente, de forma que conseguirá trocar de máquina facilmente em uma emergência.

O processo abaixo detalha algo mais sofisticado, que facilita ainda mais a mudança de servidor, ou até mesmo permite manter um segundo servidor ligado para ser usado a qualquer momento, entretanto implica em um setup mais sofisticado, com storage e bancos de dados centralizados.

Caso mantenha 2 servidores IceWarp no ar ao mesmo tempo e deseje o fail over automático, são requeridas 2 licenças, já que o licenciamento é por servidor. A outra alternativa é manter o servidor de backup desativado e ativar a licença dele apenas quando necessitar colocar o mesmo em uso.


Você centraliza as pastas mail (vista em sistema/armazenamento) config, spam e calendar, vistas em Sistema/Armazenamento/aba Balanceamento de carga, em um storage. As pastas logs e temp, bem como o WebMail, permanecem locais.

Normalmente, será necessário usar caminho UNC para que ambos servidores consigam gravar no storage de destino. Por isso, os serviços do IceWarp devem rodar abaixo de uma conta administradora, com mesma senha do servidor de storage, bem como respectivas permissões NTFS de escrita.

O segundo servidor deve ter ainda as contas em banco de dados, bem como demais bancos de dados (Anti-Spam, GroupWare, Dir Cache, Cache Webmail (PDO) caso não use SQLite), de preferência centralizado em uma máquina dedicada para tal, de forma que ambos os IceWarp Servers consigam acesso.

Crie um MX secundário e aponte para o segundo servidor.

O servidor secundário usa os mesmos bancos de dados que o primário, bem como compartilha a pasta de e-mails e por isso não deve ter problemas de sincronia. Trata-se, conforme citado anteriormente, de um cenário parecido com load balancing, sendo que não existe fail over entre as máquinas. O servidor de backup pode ficar com os serviços parados (incluindo o watchdog de serviços, para que não inicie os serviços) e ser acionado apenas quando o servidor principal estiver fora do ar. O IP de acesso ao webmail, POP/IMAP/SMTP muda para o usuário final, a não ser que faça mudanças em seu DNS (mantendo TTL baixo ou usando software como simplefailover.com) ou firewall, ou até poderá optar por alocar o IP da máquina principal na máquina de backup. Ainda, poderá divulgar para os clientes acessarem webmail2.suaempresa.com.br quando notarem que o servidor primário está offline.

Caso opte por manter o servidor secundário no ar, também não deverá ter problemas, já que os dados estão todos centralizados (emails, bancos de dados).

O fato é que trata-se de um segundo servidor, todo devidamente preparado, com storage e bancos de dados centralizados, que pode ser rapidamente usado no caso do servidor primário estar offline.

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  1. Flávio Zarur Lucarelli

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  3. Atualizado

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